8 Dicas para poupar dinheiro com as suas crianças

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Numa das edições do jornal i foi publicado um artigo com 8 dicas para poupar dinheiro com os seus bebés.

De tal forma o achámos interessante e relevante que o passamos a transcrever:

“Diz-se que é uma das maiores alegrias reservadas aos humanos: ter um filho. Contudo, os bebés são sinónimo de gastos, porque crescem bem mais depressa do que os ordenados. O último estudo académico que estimou as despesas de criar uma criança em Portugal é antigo – foi produzido em 2004 – mas é claro no gigantesco esforço das famílias: desde que nasce até à emancipação, um rebento custa entre 230 mil euros e 680 mil euros, consoante se trate de uma família da classe média baixa ou média alta. Basta que tenha dois filhos para necessitar de um orçamento milionário.

Se está a planear o primeiro filho ou se quer continuar a aumentar a família, não ponha já as mãos à cabeça. Há algumas dicas básicas que o ajudarão a reduzir a despesa com o seu bebé, para que desfrute melhor a alegria de ser pai ou mãe.

1. Planeie com antecedência

Se o seu agregado familiar tem um fundo de emergência, ponha-o em alerta máximo: é provável que precise de levantar alguns euros. Porém, se fizer um planeamento racional, os nove meses de gestação são suficientes para criar um pé-de-meia para os primeiros meses mais dispendiosos, quando o bebé já cá estiver fora.

Há algo que deve decidir o mais rápido possível: quantos meses ficará longe do trabalho. Se gozar até cinco meses, pode ter direito à totalidade dos seus rendimentos mensais. Se estender o prazo mais 30 dias, há uma redução do rendimento para 83%. Pode ainda optar pelo subsídio parental alargado da Segurança Social, que acrescenta três meses, mas só ganhará um quarto do seu rendimento normal nesse período. Quando mais tempo ficar sem trabalhar, mais tem de amealhar nos meses anteriores ao parto para aguentar todas as despesas da família.

2. Receba o seu apoio

Antes e depois de o seu rebento nascer, a Segurança Social presenteia-o com um apoio financeiro, que não deve descurar. Após a 13ª semana de gravidez, a futura mãe tem direito a receber o abono pré–natal, que pode estar compreendido entre 33,88 euros e 174,72 euros mensais, consoante os rendimentos familiares. Depois do nascimento, os pais continuam a receber o mesmo montante até ao filho celebrar o primeiro aniversário. A partir daí, o abono de família desce para um valor entre 11,29 euros e 43,68 euros, mas pode durar até aos 24 anos. Para ter direito a receber o abono, o rendimento anual do agregado a dividir pelo número de filhos não pode ser superior a 29 345,40 euros.

3. Pague menos impostos

Após o nascimento do seu filho deve informar a entidade patronal sobre a nova dimensão do agregado familiar. Pode acontecer que desconte mensalmente menos para o IRS, o que significa que recebe um valor líquido superior. Se tiver um rendimento bruto de 2000 euros por mês, o nascimento do segundo filho reduz a taxa de retenção de 17% para 16%. Porém, o maior impacto do IRS será no ano seguinte, quando receber a devolução do fisco. Uma gravidez e um bebé representam muitos custos que são dedutíveis: pode deduzir 30% das despesas de saúde isentas de IVA ou à taxa reduzida de 5% e 30% das despesas de educação até 720 euros (IRS de 2009). Podem ser incluídos os suplementos de magnésio e os teste elaborados durante a gravidez, como a amniocentese, as taxas de inscrição, propinas e mensalidades de creches, jardins de infância e amas e o custo dos materiais escolares, como livros, canetas, batas e instrumentos musicais.

4. Recolha junto da família

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O arranque da vida do seu filho pode ser muito custoso para si – e não é só fisicamente. Os gastos iniciais dão um rombo em qualquer orçamento. Porque não pede ajuda à família e aos amigos? Ainda não é tradição em Portugal, mas noutros países é normal fazer uma festa de boas-vindas ao recém-nascido, que é presenteado com prendas e apoios financeiros. Já há lojas de produtos infantis com “listas de nascimento”. Se se recolhe fundos nos banquetes de casamento, porque não fazer também nas boas-vindas ao mundo?

5. Dê mama até não poder mais

O leite materno é o alimento mais completo que pode dar aos seu filho – e ainda por cima é gratuito. “O colostro, o leite amarelado e pegajoso produzido no final da gravidez, é recomendado pela Organização Mundial de Saúde como o alimento perfeito para o recém-nascido e a alimentação deve ser iniciada nas primeiras horas após o nascimento”, dizem os especialistas da instituição. A OMS recomenda que o aleitamento materno dure até aos seis primeiros meses.

Quando passam à fase dos sólidos, os bebés podem comer quase tudo o que os adultos comem, desde que sejam bem seleccionados e passados e sempre sem sal. Poupa-se muito dinheiro se não se comprar comida de bebé em boiões.

6. Use fraldas reutilizáveis

As fraldas descartáveis são simples de usar, mas são um pesadelo para o seu bolso e para o ambiente (são responsáveis por 5% dos resíduos urbanos). Em vez de gastar centenas de euros nas cerca de 6000 fraldas que mudará ao seu bebé, opte por fraldas reutilizáveis. O uso diário é muito semelhante ao das fraldas descartáveis, mas, no final, em vez de as deitar para o lixo, limpa-as superficialmente, armazena-as e, quando precisar, lave-as na máquina juntamente com a roupa branca. A Quercus estima que, em dois anos, as fraldas reutilizáveis de um bebé custem entre 250 euros e 450 euros, enquanto a factura fica entre 960 euros e 1560 euros na opção de descartáveis. “Cremos que ao fim de um ano, mesmo optando pelas fraldas descartáveis mais baratas, o investimento feito em fraldas reutilizáveis está coberto”, dizem os especialistas.

7. Não compre novo

As crianças crescem, por isso tudo o que precisavam – roupa, cadeiras, brinquedos, camas – deixam de ter utilidade. Como não sofreram grande desgaste, esses produtos podem ainda ser usados por outras crianças. Se conhece alguém que teve um filho alguns meses antes de si, é provável que essa pessoa a possa ajudar a poupar algumas centenas de euros. Qual é o problema do seu filho usar uma cadeira de automóvel ou um carrinho que já foi usada pelo filho de um amigo?

Também já há lojas que “reciclam” os produtos de criança. Basicamente, servem de intermediários entre os pais. Além de poder comprar produtos muito mais baratos do que se fossem novos, quando já não precisar deles pode voltar a vendê-los à loja. A Kid to Kid, uma rede internacional que já tem uma dúzia de estabelecimentos em Portugal, oferece mesmo um desconto de 20% se usar o rendimento da sua venda na compra de outros produtos na loja. É um bom negócio.

8. Evite lojas de marca e procure saldos

Se tiver de comprar alguma coisa nova para o seu rebento, procure os descontos e saldos. A Vertbaudet, por exemplo, está com saldos até 60% na sua loja online até Setembro (www.vertbaudet.pt). É possível encontrar um lote de dois babygrows a 9,16 euros em vez de 22,90 euros. É uma oportunidade para criar ou reforçar o guarda-roupa do bebé.”

via jornal i

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