20 alimentos que fornecem ferro na gravidez

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O ferro é um alimento extremamente importante na gravidez. É essencial para o crescimento e metabolismo energético do bebé.

Durante a gravidez as necessidades de ferro aumentam de 18mg/dia para 27mg/dia. É quase o dobro da necessidade de ferro, pelo que as gravidas não deverão descurar este factor.

A anemia por falta de ferro afecta cerca de 30% das grávidas. Esta situação a gravidez pode aumentar o risco de baixo peso à nascença, nascimento de bebés pré-termo e mortalidade perinatal. Pode também prejudicar a interacção entre a mãe e o bebé.

Tendo em conta tamanha importância no desenvolvimento e saúde dos bebés é normal que sejam recomendados e receitados suplementos de ferro durante a gravidez no entanto a melhor forma de combater a falta de ferro é manter uma alimentação rica em ferro. E nem é difícil. São imensos os alimentos que pode comer durante a gravidez para aumentar as quantidades de ferro que ingere.

Veja a lista de 20 alimentos ricos em ferro (100g)

De uma forma geral, os alimentos que têm na sua composição maiores quantidades de ferro são os alimentos de origem animal (carne, peixe e víscera), As leguminosas (soja, feijão, grão de bico) e os vegetais folhosos verde escuros (brócolos, couve galega, couve lombarda, alface).

 

Alimento Quantidade ferro/ 100g
Carne de Vaca estufada 2,0mg
Costeleta de porco grelhada 1,7mg
Lombo de carne de Cavalo 4,5mg
Frango grelhado 1,1mg
Perna de peru assada 2,1mg
Feijão manteiga cozido 2,7mg
Grão-de-bico cozido 2,1mg
Grão de soja cozido 2,6mg
Couve-Galega Cozida 0,7mg
Couve Portuguesa 1,0mg
Espinafres 2,0mg
Brócolos Cozidos 1,0mg
Alface 1,5mg
Alho 0,8mg
Pão integral 3,0mg
Peixe Chicharro gralhado 2,1mg
Carapau gralhado 2,1mg
Queijo Flamengo 0,9mg
Fígado grelhado 9,8mg
Chouriça de sangue 14mg

 

Este dados foram retirados da tabela de composição dos alimentos Portuguesa 2006

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Poupança inteligente no regresso às aulas

regresso aulas poupançaFindo o mês de Agosto, o retorno ao trabalho será apenas uma das preocupações da grande maioria. Pais e encarregados de educação têm, por esta altura, dores de cabeça adicionais relacionadas com o início do ano lectivo. De acordo com o  Observatório Cetelem, em média, os portugueses despenderão perto de 507 euros no arranque do novo ano escolar, ou seja, mais 8 euros do que no período homólogo.

 

Como aumentar a poupança

Importa, então, tentar aumentar a poupança, procurando estratégias inteligentes. No que diz respeito aos manuais escolares, dar primazia a livros em segunda-mão por certo que auxiliará na poupança do seu orçamento. Refira-se, a este respeito, que há cerca de 94 bancos de recolha e troca voluntária de livros escolares sinalizados. No site Reutilizar.org – Movimento pela reutilização dos livros escolares poderá encontrar informação detalhada, assim como uma listagem dos bancos existentes. Se ainda assim preferir manuais novos, comprá-los online poder-lhe-á sair mais em conta. Editoras como a  Leya, Bertrand  e Porto Editora, através do Escola Virtual , oferecem descontos se optar por esta via.

 

Por outro lado, fazer a destrinça do que é verdadeiramente essencial neste regresso às aulas daquilo que é apenas acessório, através da criação de uma lista de prioridades, será um bom princípio para aumentar a poupança. E incentivar os filhos para que participem nesta tarefa, substituindo imposições por orientações, poderá também revestir-se de um exercício saudável.

 

Lista concluída, proceder a um inventário do que será reaproveitável do ano anterior é fundamental. A título de exemplo, reciclar cadernos, adornando-os com imagens do agrado das crianças e jovens – que facilmente poderão ser encontradas na internet, impressas, recortadas e coladas – constituirá uma solução mais barata. Nessa impossibilidade, poderá optar por  cadernos mais simples, como os clássicos de capa preta, também passíveis de decoração personalizada e que custam à volta de 0,30 euros, enquanto outros rondarão os 1,50 euros (5 vezes mais caros).

 

Ao mesmo tempo, não deixar tudo para o último momento e ir comprando apenas à medida das reais necessidades  servirá melhor os seus objectivos de poupança. Como tal, estipule um dia, com antecedência, para ir às compras. Mas antes convirá ainda fazer uma pesquisa na internet, uma vez que as grandes superfícies comerciais dispõem de sites com os preços dos produtos assinalados e com as promoções que têm em curso, pelo que poderá estabelecer termos de comparação e mais uma vez analisar as verdadeiras oportunidades de poupança.

Dica para ensinar as crianças a poupar

Explicar a importância do dinheiro e da poupança a uma criança não é tarefa fácil, mas é necessário para que tenham no futuro uma convivência saudável com o dinheiro.

Apesar não ser bom a nível de juros, usar mealheiros é melhor para educar financeiramente as crianças do que os depósitos para crianças. Por muito que as levemos até ao banco, elas vã-se lembrar do acto de ir ao banco no máximo até ao dia seguinte, depois fica esquecido.

Assim sendo a opção pelos mealheiros serve perfeitamente para o propósito. Até porque as crianças não têm grandes montantes de dinheiro, logo os juros que iriam receber no depósito para crianças também seria diminuto.

 

Uma técnica que pode ser usada para educar financeiramente as crianças é a técnica dos 3 mealheiros.

 

- no 1º mealheiro a criança guarda o dinheiro para despesas correntes. Objectivos a curto prazo, uma playstation, uma bicicleta, etc…

- no 2º mealheiro guarda o Continue reading