Medos! Do bacio para a sanita.

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Todas as crianças acabam por habituar-se a fazer as suas necessidades no bacio. Todavia umas levam mais tempo do que outras a habituar-se. A transição para a sanita é em geral mais complicada.

Algumas crianças levam um pouco de mais tempo, mas a maioria, cerca dos dois anos, conseguem controlar os esfíncteres. É nesta altura que procura iniciar a utilização do bacio.

Aconselha-se que os pais o adquiram com a participação da criança. Ou seja, ela deverá ajudar no momento da compra. Nas lojas de especialidade existem muitas opções, de diversas formas… em forma de automóvel, de trono, de tartaruga, de golfinho…. De diversas cores e até… com música.

Depois da aquisição a criança deve ter um tempo para conhecer este novo elemento. Pode brincar com ele podendo assim familiarizar-se com mais esta novidade. Nas primeiras vezes que o sentar no bacio é natural que não entenda a sua utilidade.

Assim, deve explicar-lhe que o pai e a mãe não utilizam fralda e que se sentam na sanita para fazerem as suas necessidades; para ele compraram um bacio, que tem a mesma função e que é pequeno porque ele também é pequenino. Geralmente a estreia acontece com o primeiro chichi. A partir desta “proeza” é natural que paulatinamente a criança se vá habituando ao bacio se a sentarem nele a cada duas horas. No entanto, só mais tarde fará nele as primeiras deposições.

A utilização da sanita

Quando a criança está familiarizada com o bacio e já tem um controlo total dos esfíncteres é natural que os pais iniciem a transição da criança na utilização do bacio para a sanita. Todavia, muitos pequeninos têm pavor à sanita. Este medo deve-se a vários factores. Entre eles os mais comuns são:

– O medo de caírem no buraco da sanita;

– O medo de serem sugados;

– O medo do barulho do autoclismo;

– O medo do que “possa surgir” pela sanita…

Assim, torna-se fundamental acompanhar este processo com toda a calma procurando que a criança vá expressando os seus receios sem recriminações nem imposições. O tempo para lidar com esta nova fase, diferente em todas as crianças, deverá ser acompanhado pacientemente e de forma contentora, atenuando os medos sem forçar.

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