Um momento que deveria ser de alegria e celebração é, muitas vezes, afectado decisivamente por temores mais ou menos difusos e sentido de responsabilidade mal dirigido. Quem o diz é Emílio Santos Leal, para quem falta poder às mulheres e humildade aos profissionais de saúde.
Tem um discurso calmo, pausado, quase que a medir todas as palavras. Receio de ser mal entendido? «Não. Essencialmente, a necessidade de fazer passar abertamente uma mensagem que deveria ser, mas não é, clara», afirma Emílio Santos Leal, uma das mais reconhecidas vozes espanholas na área da humanização do nascimento.
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